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5 pontos sobre open banking e segurança.

Em 2020, além de lançar o Pix, o Banco Central deu andamento a um fundamento importante na sua agenda estratégica: o open banking. Abaixo, compartilhamos nossa visão sobre segurança e outros pontos do open banking.
Open Banking é seguro.

O open banking já existe em diversos países do mundo, principalmente na Europa, e sua adoção aumentou a confiabilidade dos sistemas, ao invés de enfraquecer. Na maioria das vezes, o risco de vazamento de dados com o open banking é o mesmo que existe sem o open banking, e está relacionado com a forma como o cliente guarda suas senhas e gerencia seus acessos.

Portanto, as dicas de segurança são sempre as mesmas; não compartilhe informações confidenciais com quem você não conhece, procure saber com quem você está se relacionando, sempre peça referências, e, em caso suspeitos, não compartilhe nada e informe seu banco, fintech ou até mesmo as autoridades.

Open banking aumenta a competição no mercado.

Os bancos precisarão expor suas APIs e conceder acesso a fintechs e bancos autorizados a participar do sistema de compartilhamento de dados. Algo similar ao que aconteceu na Austrália em 2019 e em diversos países do mundo desde 2015. O Banco Central estabeleceu regras de como estas APIs devem ser documentadas e expostas, mas cada entidade terá autonomia para expor dados de maneira mais adequada para sua operação.

Open banking aumenta a inovação.

Os clientes poderão escolher com base nos diferentes serviços que lhe serão oferecidos. Os próximos anos serão repletos de novas tecnologias, processos e metodologia e espera-se que o próprio mercado decida o que lhe agrada mais. Além disso,o Banco Central deve estimular e muito, a portabilidade no Brasil. Assim, bancos que “se comportarem mal” vão ser punidos aonde lhes dói mais: no bolso através da saída de clientes insatisfeitos.

Open banking vai custar mais para as fintechs.

O peso (e o custo) maior ficará a cargo das Fintechs, pois elas vão precisar “plugar” em quase 300 bancos e instituições financeiras. Um banco tradicional, que tenha por exemplo 20% de mercado, dificilmente vai precisar plugar em mais de 2 ou 3 bancos, pois ele tem baixo incentivo para aumentar sua participação no mercado. O open banking traz poucos custos adicionais a quem tem os dados consumidos.

Open banking é supervisionado pelo Banco Central do Brasil.

A Grafeno é referência em segurança e qualidade na construção de um sistema do zero para o mercado financeiro. Todo o sistema da Grafeno está sendo supervisionado de perto pelo Banco Central e envolve inclusive vistoria in loco da Companhia. Temos uma área de segurança que tem trabalho junto com algumas das principais empresas de tecnologia do Brasil (Tempest) e do mundo (AWS) para trazer o que existe de mais moderno para nossas contas, como por exemplo: o duplo factor de autenticação, criptografia do banco de dados, inteligência artificial para acompanhar o padrão de uso da plataforma, automatização de comunicação com os clientes.

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