Desde 2019, a Grafeno trabalha com players líderes no mercado financeiro brasileiro.

Mas como tudo começou?

Para entendermos a história da Grafeno, precisamos antes entender a história recente do mercado de capitais, em especial dos FIDCs.

Em dezembro de 2001 foram regulamentados os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios, os FIDCs. Esses Fundos negociam ativos de crédito e realizam adiantamentos aos credores. Surgia ali um segmento importantíssimo para a economia brasileira.

Conforme o mercado crescia e ganhava escala, o dia-a-dia de um FIDC foi se tornando cada vez mais complexo.

Em 2014, foram criadas as primeiras fintechs no Brasil. Desde então, houve uma explosão de novos players nos setores de crédito e banking, transformando todo o mercado em um ambiente muito mais competitivo onde agilidade e tecnologia se tornaram fundamentais.

E como os FIDCs estão relacionados diretamente com esses setores, também era necessário que eles se adaptassem à nova realidade.

Esse cenário inspirou 3 empreendedores, Paulo David, João Pirola e Artur Malabarba. Eles enxergavam que era possível levar mais simplicidade, segurança, agilidade e menos burocracia para que os Fundos entrassem em sintonia com o novo momento do mercado.

Mas ser simples em um mercado complexo não é nada fácil. É necessário ser maleável para se adaptar às constantes mudanças, e forte e resistente para dar suporte a operações que movem o mercado de crédito do país. O grafeno é um material que une todas essas características, e não havia nome melhor para caracterizar esse desafio.

E assim, em 2019, surgiu a Grafeno. Uma empresa disposta a oferecer inovação tecnológica e regulatória para o mercado de capitais do Brasil, especialmente para administradores, gestores e consultores de FIDCs. Em pouco mais de um ano de existência, a Grafeno já se consolida como uma das empresas que mais cresce no país.

A razão deste crescimento é a confiança que os clientes vêm depositando na ideia e nos produtos inovadores da Grafeno. A visão da empresa é continuar sendo parceira do mercado de capitais, oferecendo toda a infraestrutura necessária para simplificar o dia-a-dia dos demais participantes do mercado.

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